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Menos filas: gestão por resultados para reduzir a espera na saúde

Entre os 17 projetos apresentados por Jungles Wegher, candidato a deputado federal pelo partido NOVO, está uma proposta voltada à gestão da saúde e à redução do tempo de espera por consultas, exames e procedimentos.

Para quem precisa de atendimento médico, uma fila não é apenas um número em uma planilha.

É tempo esperando uma consulta. É um exame que demora para ser realizado. É um procedimento que precisa ser adiado. E, muitas vezes, é também uma viagem para outra cidade em busca de atendimento.

É por isso que o projeto “Menos filas”, apresentado por Jungles Wegher, coloca a gestão por resultados no centro da discussão sobre saúde pública. A proposta, conforme o material dos 17 projetos, é utilizar gestão para reduzir a espera por consultas, exames e procedimentos.

A fila precisa ser medida para poder ser enfrentada

Não basta saber que existe uma fila. É preciso conhecer seu tamanho, seu tempo de espera e os motivos que fazem um paciente permanecer nela.

A lógica é semelhante àquela apresentada nos demais projetos: planejar, executar, medir, corrigir e entregar.

Gestão também significa olhar para o caminho do paciente

Uma fila pode ser consequência de diferentes etapas do sistema.

O paciente pode precisar passar pela atenção básica, receber um encaminhamento, aguardar regulação, realizar um exame e posteriormente retornar ao especialista.

Quando essas etapas não estão bem coordenadas, o tempo de espera pode aumentar.

Por isso, reduzir filas não significa simplesmente aumentar o número de atendimentos. Também significa compreender onde está o gargalo.

Em uma visão de gestão, cada etapa precisa ser acompanhada e seus resultados precisam ser conhecidos.

Saúde regional também entra nessa discussão

O material estratégico da campanha coloca a saúde regional entre os problemas que devem ser observados durante a caminhada por Santa Catarina. Em uma das ações previstas, a orientação é ouvir pacientes, profissionais e acompanhantes sobre questões como distância, espera e custo de deslocamento.

Isso é especialmente relevante para quem vive fora dos grandes centros.

Quando determinado atendimento não está disponível no município de origem, o paciente pode precisar viajar para outra cidade. Nesse caso, o problema da fila pode estar acompanhado de outro custo: tempo e deslocamento.

Uma política de saúde eficiente precisa considerar também essa dimensão regional.

Onde entra um deputado federal?

Um deputado federal não administra diretamente hospitais ou unidades básicas de saúde. Sua atuação ocorre principalmente no âmbito federal: legislação, orçamento, fiscalização e acompanhamento da aplicação dos recursos públicos.

O próprio material estratégico da campanha descreve três instrumentos de atuação do deputado federal relacionados à saúde: orçamento, emendas e fiscalização.

Isso significa que uma proposta de redução de filas precisa ser acompanhada de mecanismos que permitam verificar se os recursos estão chegando ao destino previsto e quais resultados estão sendo produzidos.

Menos fila não significa apenas mais dinheiro

O debate sobre saúde frequentemente começa pela necessidade de mais recursos. O financiamento é importante, mas recurso adicional não substitui gestão.

Se existe capacidade instalada que não está sendo plenamente utilizada, se há equipamentos disponíveis sem funcionamento adequado ou se diferentes etapas do atendimento não estão coordenadas, simplesmente aumentar o recurso pode não eliminar o gargalo.

Por isso, a proposta de “Menos filas” está inserida no eixo Saúde com Gestão.

A questão central é saber não apenas quanto dinheiro está sendo destinado à saúde, mas como ele está sendo utilizado e qual resultado está produzindo para quem espera atendimento.

Transparência também faz parte da gestão

Para acompanhar resultados, o cidadão precisa conseguir visualizar informações.

Uma gestão orientada por indicadores permite tornar mais clara a situação das filas e acompanhar sua evolução ao longo do tempo.

Isso também fortalece a fiscalização pública.

A lógica é direta: estabelecer uma meta, acompanhar os indicadores, identificar problemas, corrigir o que não está funcionando e verificar novamente o resultado.

Uma discussão que precisa chegar à realidade de cada região

As filas do sistema de saúde não necessariamente têm as mesmas características em todos os municípios.

Por isso, discutir redução da espera também significa observar as diferenças regionais, a estrutura disponível e os fluxos de atendimento de cada território.

A ideia central é transformar a fila em um indicador de gestão: medir a espera, identificar os gargalos, acompanhar os recursos e avaliar os resultados.

Porque, para quem precisa de atendimento, o resultado da gestão aparece de uma maneira muito concreta: no tempo que leva para ser atendido.

Jungles Wegher — 3017
Candidato a deputado federal pelo partido NOVO.
O FUTURO COMEÇA AGORA.

Escrito e publicado pela equipe de Marketing do Jungles Wegher

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