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Empreendedorismo local: criar condições para quem quer empreender e crescer no próprio município

Projeto apresentado por Jungles Wegher, candidato a deputado federal pelo partido NOVO, propõe facilitar a abertura, o crescimento e a permanência de empresas em todos os municípios de Santa Catarina.

Uma empresa não começa apenas quando recebe um CNPJ. Antes disso, existe uma ideia, uma oportunidade identificada, uma pessoa disposta a investir, contratar, assumir riscos e transformar conhecimento ou trabalho em um negócio.

E depois da abertura vem outro desafio: permanecer, crescer e encontrar condições para competir.

É justamente nessa jornada que está inserido o projeto “Empreendedorismo local”, um dos 17 projetos apresentados por Jungles Wegher para Santa Catarina. A proposta parte de uma premissa objetiva: facilitar a abertura, o crescimento e a permanência de empresas em todos os municípios.

Empreender também é uma questão regional

O desenvolvimento econômico de um município não acontece apenas pela chegada de grandes empresas.

Pequenos negócios, empresas familiares, prestadores de serviços, indústrias locais, comércio, agroindústrias e empreendimentos de base tecnológica fazem parte da dinâmica econômica das cidades.

Quando uma empresa abre, ela movimenta fornecedores, consumidores e trabalhadores. Quando consegue crescer, pode ampliar sua produção e gerar novos empregos. Quando permanece no município, contribui para manter renda e atividade econômica dentro da própria região.

Por isso, discutir empreendedorismo também é discutir desenvolvimento regional.

A proposta apresentada por Jungles coloca essa perspectiva entre os projetos voltados ao desenvolvimento regional, ao lado de iniciativas sobre interiorização da inovação, infraestrutura e agricultura tecnológica.

O desafio não termina na abertura da empresa

Simplificar a abertura de um negócio é importante, mas não resolve toda a jornada do empreendedor.

Depois de formalizar a empresa, surgem outras necessidades: acesso a crédito, qualificação, infraestrutura, conectividade, mão de obra, tecnologia, mercados e condições tributárias e regulatórias compatíveis com o tamanho do negócio.

É por isso que a ideia de empreendedorismo local envolve três momentos diferentes: abrir, crescer e permanecer.

Uma política pública voltada apenas para a abertura de empresas pode aumentar a formalização, mas precisa ser acompanhada de condições para que esses negócios tenham capacidade de se desenvolver.

Menos burocracia e mais ambiente para empreender

A proposta também se conecta diretamente ao segundo projeto dos 17 apresentados por Jungles: “Menos burocracia”.

Os dois temas tratam de momentos diferentes da mesma jornada.

De um lado, está a simplificação de processos para cidadãos, empresas e municípios. De outro, está a criação de condições para que os empreendimentos consigam se estabelecer e crescer.

Na biografia apresentada pelo candidato, essa preocupação aparece associada ao chamado “Custo Brasil e tributos”, com defesa de crédito amplo, atualização dos limites do Simples e do MEI, exportação desonerada e redução da burocracia.

A discussão, portanto, não é apenas sobre abrir uma empresa mais rapidamente. É sobre reduzir obstáculos que podem dificultar sua trajetória depois da formalização.

O município também precisa fazer parte desse ecossistema

O projeto de Lei da Inovação Descentralizada apresentado por Jungles utiliza uma lógica semelhante ao defender a descentralização territorial da inovação e o fortalecimento dos ecossistemas locais.

O texto propõe uma atuação cooperativa entre União, Estados e municípios: à União caberia o fomento e a coordenação nacional; aos Estados, entre outras funções, a manutenção dos centros de inovação da rede pública; e aos municípios, a instituição e gestão local das Zonas Especiais de Inovação previstas no projeto.

Essa divisão ajuda a ilustrar uma questão importante para o empreendedor: o desenvolvimento econômico não depende de uma única esfera de governo.

Políticas federais podem criar instrumentos, financiamento e regras. Estados podem estruturar programas e redes. Municípios conhecem de perto as necessidades do território e estão em contato direto com quem empreende.

Empreender no interior também significa criar oportunidades no próprio território

A proposta de empreendedorismo local ganha ainda outra dimensão quando relacionada ao interior de Santa Catarina.

No projeto de Lei da Inovação Descentralizada, a política proposta tem entre seus objetivos desconcentrar geograficamente a atividade inovativa, fomentar empresas de base tecnológica em municípios do interior e gerar oportunidades de trabalho qualificado nessas localidades.

A lógica é que o desenvolvimento não precisa estar concentrado apenas nos grandes centros.

Uma pessoa pode estudar, empreender, contratar trabalhadores e construir uma empresa na cidade onde vive — desde que encontre condições para isso.

Essa visão também dialoga com a trajetória profissional de Jungles Wegher, que, segundo sua biografia, começou a atuar como empreendedor ainda no início de sua formação técnica e posteriormente fundou a iopoint em São Miguel do Oeste.

Desenvolvimento local precisa ser medido pelo que acontece na ponta

Facilitar o empreendedorismo também exige acompanhamento dos resultados.

Quantas empresas conseguiram abrir? Quantas permaneceram ativas? Quantas cresceram? Quantos empregos foram gerados? Quanto investimento foi atraído? Quais setores conseguiram se desenvolver?

Essa lógica acompanha a estrutura geral dos 17 projetos: planejar, executar, medir, corrigir e entregar.

No caso do empreendedorismo, isso significa olhar além do número de empresas abertas e acompanhar o que acontece com elas ao longo do tempo.

Um ambiente melhor para quem já empreende e para quem quer começar

O projeto “Empreendedorismo local” coloca no debate uma questão diretamente relacionada ao desenvolvimento regional: como criar condições para que pessoas possam transformar trabalho, conhecimento e iniciativa em negócios sustentáveis dentro de seus próprios municípios.

Para Jungles Wegher, candidato a deputado federal pelo partido NOVO, a proposta integra os 17 projetos apresentados para Santa Catarina e está associada a uma visão de desenvolvimento que busca fortalecer também as cidades fora dos grandes centros.

Mais do que criar empresas, a discussão envolve criar condições para que elas possam nascer, crescer e permanecer onde estão.

Jungles Wegher — 3017
Candidato a deputado federal pelo partido NOVO.
O FUTURO COMEÇA AGORA.

Escrito e publicado pela equipe de Marketing do Jungles Wegher

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