Transformar as demandas do Extremo-Oeste em uma agenda de desenvolvimento com força para chegar a Brasília. Esse é um dos objetivos de Jungles Wegher ao participar do Voz Única, em São Miguel do Oeste. Candidato a deputado federal, ele apresentou uma pauta construída a partir da realidade de quem vive, trabalha, empreende e investe na região.
Para Jungles, representar o Extremo-Oeste na Câmara dos Deputados significa mais do que buscar recursos para municípios. O papel de um deputado federal, segundo ele, deve envolver articulação, planejamento e capacidade de defender mudanças estruturais que permitam à região crescer de forma sustentável.
“O Extremo-Oeste tem gente trabalhadora, empresas competitivas, um agronegócio forte e uma enorme capacidade de empreender. O que precisamos é transformar essa força em desenvolvimento, criando as condições para que as pessoas possam investir, produzir e permanecer aqui”, afirma.
Infraestrutura como condição para crescer
Entre os principais pontos da pauta regional está a infraestrutura.
A localização do Extremo-Oeste, distante dos grandes centros consumidores e dos principais corredores logísticos de Santa Catarina, faz com que a qualidade das rodovias, dos acessos e da conectividade tenha impacto direto sobre a competitividade regional.
Para Jungles, a discussão precisa ultrapassar a lógica de obras pontuais.
Infraestrutura deve ser tratada como política de desenvolvimento econômico: estradas adequadas reduzem custos de transporte, melhoram o escoamento da produção, facilitam o acesso aos mercados e aumentam a capacidade de atração de investimentos.
Como deputado federal, a proposta é atuar na articulação de recursos e projetos junto à União, mas também acompanhar sua execução e cobrar resultados.
“Não adianta conquistar um recurso se ele não chega na ponta ou se uma obra não é planejada para resolver o problema de verdade. Precisamos acompanhar, fiscalizar e garantir que o dinheiro público se transforme em resultado”, destaca.
Quem produz precisa de um ambiente melhor
Outro eixo da pauta apresentada no Voz Única é o fortalecimento do setor produtivo.
O Extremo-Oeste possui uma economia diversificada, com forte presença do agronegócio, da indústria, do comércio e dos serviços. Pequenas e médias empresas têm papel fundamental na geração de empregos e na movimentação da economia regional.
Para Jungles, o poder público precisa compreender melhor a realidade de quem empreende.
Isso passa por reduzir burocracias, melhorar o ambiente de negócios, ampliar o acesso à qualificação profissional, estimular investimentos e criar políticas que ajudem as empresas a crescer.
“Não podemos tratar quem empreende como alguém que precisa vencer uma corrida de obstáculos criada pelo próprio governo. O Estado precisa facilitar, e não dificultar. Precisamos criar um ambiente em que investir e gerar emprego seja cada vez mais simples”, afirma.
A atuação federal, nesse contexto, pode ser decisiva na construção de políticas de crédito, qualificação, infraestrutura, inovação e estímulo à atividade econômica.
Inovação também precisa chegar ao interior
A inovação é outro ponto que Jungles pretende transformar em pauta permanente.
Para ele, a transformação tecnológica não pode ficar concentrada nas capitais ou nos grandes centros. Empresas do interior, produtores rurais, universidades, centros de inovação e administrações municipais também precisam ter acesso às novas tecnologias.
A experiência de Jungles junto ao setor empresarial e sua participação em ambientes de inovação, como a Startup Summit, reforçam essa visão.
A proposta é aproximar ciência, tecnologia, empreendedorismo e poder público, criando oportunidades para que novas soluções sejam desenvolvidas e aplicadas também fora dos grandes centros.
“Quando falamos em inovação, não estamos falando apenas de empresas de tecnologia. Estamos falando de um produtor que consegue aumentar sua produtividade, de uma indústria que reduz custos, de uma prefeitura que melhora um serviço e de um jovem que encontra aqui uma oportunidade profissional”, explica.
Para Jungles, Santa Catarina tem condições de assumir uma posição ainda mais relevante na economia baseada em conhecimento, mas precisa garantir que esse movimento alcance todas as regiões.
Mais resultado, menos desperdício
A defesa de uma gestão pública mais eficiente aparece como eixo transversal da pauta.
Jungles sustenta que a discussão política não pode ficar restrita à quantidade de recursos conquistados. É preciso discutir a capacidade de transformar dinheiro público em entregas concretas para a população.
Essa visão parte de uma premissa que vem orientando sua campanha: não falta apenas recurso; muitas vezes, falta gestão.
Como candidato a deputado federal, Jungles pretende levar essa lógica para Brasília, defendendo maior integração entre União, Estado, municípios, universidades e setor produtivo.
A intenção é fortalecer projetos que tenham metas claras, acompanhamento e capacidade de gerar impacto econômico e social.
Uma pauta construída no território
A participação no Voz Única faz parte de uma agenda que Jungles vem construindo desde o início da campanha.
Nas primeiras semanas, o candidato percorreu diferentes regiões de Santa Catarina, participando de encontros empresariais, reuniões do BNI, visitas a empresas, conversas com apoiadores e atividades comunitárias.
Em São Miguel do Oeste, cidade que concentra parte importante da atividade econômica e dos serviços do Extremo-Oeste, o diálogo ganha dimensão regional.
A proposta de Jungles é que as demandas apresentadas no Voz Única não terminem no evento. Elas devem servir como referência para uma agenda de atuação parlamentar, caso seja eleito.
“Uma pauta como essa só faz sentido se continuar depois do evento. Quero levar essas demandas para Brasília, buscar os caminhos para viabilizá-las e, principalmente, acompanhar para que aquilo que foi prometido seja entregue”, afirma.
Do Extremo-Oeste para Brasília
A candidatura de Jungles Wegher se apresenta, assim, com uma proposta de conexão entre o território e o centro das decisões nacionais.
A ideia é fazer com que as necessidades de municípios que muitas vezes estão distantes dos grandes centros tenham representação e capacidade de articulação em Brasília.
Infraestrutura, desenvolvimento econômico, fortalecimento do setor produtivo, inovação, ciência, qualificação e eficiência da gestão pública formam uma agenda que pretende colocar o Extremo-Oeste no debate sobre o futuro de Santa Catarina.
Mais do que buscar recursos, a proposta é ajudar a construir as condições para que esses recursos produzam desenvolvimento.
“Representar uma região em Brasília é assumir responsabilidade. É levar a voz de quem está aqui, defender aquilo que precisa ser defendido e voltar para cobrar o resultado. É assim que acredito que a política deve funcionar”, conclui Jungles.
A participação no Voz Única reforça uma estratégia que vem marcando a campanha: ouvir o território, transformar demandas em propostas e levar as prioridades de Santa Catarina para onde as grandes decisões são tomadas.
O futuro começa agora.


