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Interior forte, Estado forte: desenvolvimento precisa chegar a todas as regiões de Santa Catarina

Jungles Wegher, candidato a deputado federal pelo partido NOVO, defende investimentos e oportunidades para além dos grandes centros, fortalecendo municípios, regiões e quem produz no interior

Santa Catarina tem uma característica que ajuda a explicar parte de sua força econômica: não existe apenas uma região responsável por movimentar o Estado. A indústria, o agronegócio, os serviços, o comércio, a tecnologia e o turismo estão espalhados por diferentes territórios, com vocações econômicas próprias.

São 295 municípios catarinenses, segundo o IBGE. Em 2023, o Produto Interno Bruto de Santa Catarina chegou a R$ 513,4 bilhões. Mas os dados também mostram uma concentração relevante: os 12 municípios com maior PIB responderam juntos por 49,75% da economia estadual.

O desafio, portanto, não é escolher entre grandes centros e interior. É fazer com que o desenvolvimento de uma região gere oportunidades para as demais e que cada município consiga desenvolver sua própria vocação econômica.

É essa a lógica do projeto “Interior forte, Estado forte”, o oitavo dos 17 projetos apresentados por Jungles Wegher, candidato a deputado federal pelo partido NOVO. A proposta prevê investimentos e oportunidades para além dos grandes centros, com maior integração entre municípios e regiões.

Desenvolvimento regional não é distribuir igualmente. É desenvolver cada região.

Um município agrícola não tem necessariamente as mesmas necessidades de uma cidade industrial. Uma região com forte presença de turismo precisa de infraestrutura diferente de um polo de tecnologia. Uma cidade pequena que quer atrair empresas pode precisar primeiro de conectividade, qualificação profissional e acesso a mercados.

Por isso, a proposta de desenvolvimento regional parte de uma ideia simples: política pública precisa conhecer o território.

Santa Catarina já possui instrumentos de planejamento e acompanhamento da economia municipal. A Secretaria de Estado do Planejamento mantém dados do PIB de todos os municípios catarinenses e permite acompanhar a evolução da participação de cada cidade na economia estadual.

Para Jungles, essas informações precisam deixar de ser apenas números em uma planilha e passar a orientar decisões de investimento.

O interior produz, mas precisa de condições para crescer

Quem vive no interior conhece uma realidade que muitas vezes não aparece nos grandes debates nacionais: uma empresa pode ter mercado, mão de obra e capacidade de crescimento, mas enfrentar dificuldades para expandir por causa de estrada, energia, internet, logística, burocracia ou falta de profissionais qualificados.

É por isso que desenvolvimento regional não pode ser separado de infraestrutura.

Estradas adequadas reduzem custos de transporte. Conectividade permite que uma empresa do interior venda para qualquer lugar do país. Energia confiável dá segurança para quem investe. Qualificação profissional ajuda empresas a encontrar trabalhadores. E integração regional amplia o mercado disponível para pequenos e médios negócios.

A proposta dos 17 projetos trata justamente da integração entre essas diferentes frentes. O projeto seguinte, “Infraestrutura para produzir”, prevê estradas, energia, conectividade e logística como instrumentos para reduzir os custos de quem produz.

A experiência de quem fez o caminho contrário

A defesa de um interior mais forte também está relacionada à própria trajetória de Jungles.

Em vez de construir sua empresa de tecnologia em um grande centro, ele criou seu negócio no Extremo Oeste de Santa Catarina. Essa experiência é utilizada como parte da narrativa de que tecnologia, empreendedorismo e empresas de maior valor agregado também podem nascer longe das capitais.

Essa visão aparece inclusive em uma proposta legislativa apresentada por Jungles: a Lei da Inovação Descentralizada prevê mecanismos para estimular empresas de base tecnológica em municípios do interior, conectando empresas, instituições de ensino, centros de inovação e mão de obra qualificada. O projeto também prevê o Programa Conecta Interior para ampliar a conectividade de alta capacidade fora das regiões metropolitanas.

Santa Catarina já possui uma estrutura que pode servir como base para essa descentralização. A Rede Catarinense de Centros de Inovação reúne 24 centros, distribuídos por diferentes regiões do Estado, incluindo municípios como Chapecó, Concórdia, Joaçaba, Lages, Maravilha, São Lourenço do Oeste, São Miguel do Oeste, Videira e Xanxerê.

A proposta, portanto, não é começar do zero. É conectar estruturas existentes, ampliar oportunidades e fazer com que mais municípios consigam participar da nova economia.

Um Estado forte é aquele em que as regiões também conseguem crescer

Para Jungles, fortalecer o interior não significa diminuir a importância de Florianópolis, Joinville, Blumenau, Itajaí, Chapecó ou dos demais grandes polos. Significa criar uma rede em que esses centros também possam funcionar como âncoras de desenvolvimento para as regiões ao seu redor.

A lógica é transformar municípios próximos em parceiros, e não concorrentes; compartilhar conhecimento, infraestrutura e oportunidades; aproximar empresas de universidades; conectar produtores a mercados; e permitir que jovens encontrem trabalho qualificado sem necessariamente precisar deixar sua região.

No fim, Interior forte, Estado forte é uma proposta de desenvolvimento que parte de uma constatação: Santa Catarina já é formada por muitos polos econômicos. O próximo passo é fazer com que essa diversidade territorial se transforme também em uma rede mais integrada de oportunidades.

É uma visão de Estado em que o município pequeno não seja visto apenas como destino de recursos, mas como parte ativa da economia catarinense.

Jungles Wegher — 3017
Candidato a deputado federal pelo partido NOVO.
O FUTURO COMEÇA AGORA.

Escrito e publicado pela equipe de Marketing do Jungles Wegher

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