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Mais startups, mais empregos: o desafio de transformar inovação em empresas e oportunidades em Santa Catarina

O projeto “Mais startups, mais empregos”, apresentado por Jungles Wegher, candidato a deputado federal pelo partido NOVO, propõe criar condições para que novas empresas nasçam, cresçam e gerem empregos em Santa Catarina.

Santa Catarina já possui um ecossistema relevante de tecnologia e empreendedorismo. Segundo o Sebrae/SC, o estado apresenta a maior densidade de startups do Brasil, com destaque para polos como Florianópolis, Blumenau e Joinville. O setor de tecnologia da informação representa 5,6% da economia catarinense e movimenta R$ 15,5 bilhões em receita, segundo levantamento da entidade.

Ao mesmo tempo, o crescimento de novos negócios não acontece de maneira uniforme. Dados do Sebrae/SC mostram que, no primeiro trimestre de 2026, Santa Catarina registrou 94,3 mil novos pequenos negócios, aumento de 14,8% em relação ao mesmo período de 2025. Três regionais — Grande Florianópolis, Foz do Itajaí e Norte — concentraram 60,5% dessas aberturas.

Esse cenário coloca duas questões no centro do debate: como transformar ideias inovadoras em empresas sustentáveis e como ampliar essas oportunidades para além dos polos que já concentram investimentos e empreendedores?

Da ideia à empresa

No material que reúne os 17 projetos da campanha, o projeto nº 7 é definido como “Mais startups, mais empregos”, com o objetivo de “criar condições para que novas empresas nasçam, cresçam e gerem empregos”.

A proposta se relaciona diretamente com a estrutura já existente em Santa Catarina. Em 2025, a Fapesc informou ter apoiado o ecossistema estadual por meio de editais voltados a incubadoras, centros de inovação e programas para empresas de base tecnológica. Naquele ano, o programa Acelera Startup SC destinou R$ 1,6 milhão a 20 projetos selecionados, com até R$ 80 mil de fomento por proposta.

Também existe o Programa Nascer, iniciativa da Fapesc, Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação e Sebrae/SC voltada à pré-incubação de ideias inovadoras e à transformação de ideias em produtos, serviços ou processos.

Ou seja, a discussão não parte de um cenário sem instrumentos. O desafio está em ampliar, conectar e dar continuidade ao caminho que vai da ideia à validação, da validação ao mercado e do pequeno negócio à empresa capaz de crescer.

O problema do crescimento

Criar uma startup é apenas uma etapa. Mantê-la e fazê-la crescer é outro desafio.

Um levantamento do Sebrae/SC sobre startups catarinenses aponta que 36,45% das empresas pesquisadas tinham menos de um ano de existência, enquanto 73,87% operavam com até nove funcionários. O mesmo estudo registrou que 69,35% nunca haviam recebido investimentos.

Isso ajuda a explicar por que políticas de inovação podem envolver diferentes etapas: formação empreendedora, incubação, acesso a capital, pesquisa, conexão com universidades, desenvolvimento de produtos e acesso a mercados.

O próprio Sebrae/SC destaca que transformar uma ideia em uma startup estruturada exige planejamento, testes, conhecimento de mercado e apoio especializado.

Startups também podem ser uma pauta regional

No caso de Santa Catarina, a discussão sobre startups também se conecta ao desenvolvimento do interior.

A Lei da Inovação Descentralizada, apresentada por Jungles Wegher, estabelece como um de seus princípios a descentralização territorial da inovação e prevê mecanismos para incentivar empresas de base tecnológica em municípios fora das regiões metropolitanas. O texto também relaciona inovação à criação de empregos qualificados e oportunidades de formação para jovens no interior.

Essa conexão é particularmente relevante diante da concentração territorial observada na abertura de novos negócios. Se estruturas de inovação, capital, conhecimento e mercado estiverem concentradas em poucos municípios, parte dos empreendedores de outras regiões pode enfrentar mais dificuldades para acessar esses recursos.

A proposta apresentada por Jungles associa, portanto, startups, empregos, inovação e desenvolvimento regional como partes de uma mesma agenda.

O papel federal

Para uma candidatura à Câmara dos Deputados, a pauta envolve instrumentos que passam pela legislação federal, orçamento, políticas de ciência e tecnologia, ambiente regulatório e mecanismos de incentivo à inovação.

O objetivo declarado no projeto nº 7 é criar condições para que empresas inovadoras possam nascer, crescer e gerar empregos. A efetividade de qualquer política nessa área, entretanto, depende de fatores como acesso a capital, qualificação profissional, infraestrutura digital, ambiente regulatório, demanda e capacidade de gestão das próprias empresas.

É nesse contexto que “Mais startups, mais empregos” aparece como o sétimo dos 17 projetos apresentados por Jungles Wegher, candidato a deputado federal pelo partido NOVO, dentro do eixo Inovação, Ciência e Tecnologia.

Jungles Wegher — 3017
Candidato a deputado federal pelo partido NOVO.
O FUTURO COMEÇA AGORA.

Escrito e publicado pela equipe de Marketing do Jungles Wegher

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