A caminhada de Jungles Wegher rumo à Assembleia Legislativa de Santa Catarina começou com uma proposta clara: antes de apresentar respostas, é preciso ouvir. Nos primeiros dias de sua pré-campanha, o empresário e empreendedor iniciou uma agenda de visitas, reuniões e encontros com representantes de diferentes setores para conhecer de perto os desafios enfrentados pelos municípios e transformar essas demandas em uma pauta política objetiva.
A movimentação ocorre em um momento em que Jungles busca apresentar ao eleitor uma forma diferente de fazer política. Sua trajetória profissional, ligada ao empreendedorismo, à tecnologia e à inovação, está no centro da construção de um projeto que pretende aproximar o poder público de quem produz, empreende, pesquisa, desenvolve novas tecnologias e movimenta a economia catarinense.
Mais do que percorrer cidades, a estratégia dos primeiros dias tem sido estabelecer uma rede de diálogo. Prefeitos, empresários, lideranças, entidades, universidades, centros de inovação e representantes da sociedade civil estão sendo convidados a participar desse processo de construção.
A lógica é simples: não falta apenas recurso; muitas vezes, falta gestão capaz de transformar recurso em resultado.
Essa visão aparece como um dos principais eixos da caminhada de Jungles. Para ele, o papel de um deputado federal não deve se limitar à busca por emendas ou à intermediação de recursos. É preciso compreender onde estão os gargalos, articular soluções, acompanhar a execução dos investimentos e cobrar resultados.
Da escuta para uma agenda de desenvolvimento
Entre os temas que começam a ganhar espaço na agenda estão inovação tecnológica, ciência, empreendedorismo, qualificação profissional, desenvolvimento econômico, infraestrutura e melhoria da gestão pública.
A passagem pelo Startup Summit, em Florianópolis, reforçou esse posicionamento. Em contato com empreendedores, especialistas e iniciativas ligadas ao ecossistema de inovação, Jungles buscou aproximar a discussão sobre tecnologia da realidade do poder público.
A proposta é levar a inovação para além do discurso e discutir como ela pode ser utilizada para resolver problemas concretos: melhorar serviços públicos, aumentar a eficiência da administração, criar oportunidades para empresas, estimular novos negócios e preparar Santa Catarina para os desafios de uma economia cada vez mais baseada em conhecimento e tecnologia.
Nesse sentido, a ciência também passa a ocupar espaço estratégico na pauta. A ideia defendida por Jungles é que Santa Catarina já possui universidades, pesquisadores, empresas e ambientes de inovação capazes de produzir soluções, mas é necessário fortalecer a conexão entre esses atores e o setor público.
Uma campanha construída de baixo para cima
Os primeiros movimentos também revelam uma característica que deverá marcar a campanha: a construção territorial.
Em vez de apresentar uma plataforma pronta, Jungles está percorrendo municípios e conversando com quem vivencia os problemas diariamente. Cada encontro passa a alimentar um diagnóstico que deverá resultar em propostas específicas para diferentes regiões do Estado.
A estratégia parte do entendimento de que Santa Catarina é formada por realidades econômicas e sociais distintas. O que representa um gargalo para um município pode não ser prioridade para outro.
Por isso, a campanha pretende construir uma agenda que tenha como ponto de partida as demandas locais, mas que consiga transformá-las em políticas públicas de alcance federal.
Política com foco em resultado
Ao se apresentar como pré-candidato, Jungles também começa a definir sua identidade política.
Empreendedor, ligado ao ambiente de tecnologia e inovação, ele pretende levar para a política uma cultura baseada em planejamento, metas, eficiência e resultados.
A mensagem que começa a orientar sua caminhada é direta: o Estado não precisa apenas de mais recursos; precisa fazer melhor uso dos recursos que já possui.
Isso significa olhar para processos, reduzir burocracias, conectar governo e setor produtivo, estimular quem empreende e criar condições para que boas ideias saiam do papel.
É uma proposta que busca aproximar duas realidades que, muitas vezes, caminham separadas: a velocidade da inovação e a estrutura tradicional do poder público.
O futuro começa agora
Os primeiros dias da campanha, portanto, ainda são de construção. Mas já indicam o caminho que Jungles pretende seguir: menos discurso pronto e mais escuta; menos distância entre política e sociedade e mais presença nos municípios; menos foco exclusivamente na destinação de recursos e mais atenção à capacidade de transformar investimentos em resultados.
A jornada até a Assembleia Legislativa está apenas começando. E, para Jungles, o projeto passa justamente por construir desde agora as respostas para os desafios que Santa Catarina enfrentará nos próximos anos.
Porque, se a política precisa preparar o Estado para o futuro, esse futuro não pode começar depois da eleição. Para Jungles Wegher, ele começa agora.


