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Segurança inteligente: tecnologia e integração de dados a serviço da proteção da população

Projeto apresentado por Jungles Wegher, candidato a deputado federal pelo partido NOVO, propõe utilizar tecnologia, integração de dados e inteligência para apoiar o trabalho de quem atua na segurança pública.

Segurança pública não depende apenas da presença de agentes nas ruas. Também depende de informação.

Saber onde os crimes acontecem, identificar padrões, compartilhar informações entre diferentes órgãos e conseguir acessar rapidamente dados relevantes pode fazer diferença na prevenção e na resposta às ocorrências.

É nesse contexto que está inserido o projeto “Segurança inteligente”, o 16º dos 17 projetos apresentados por Jungles Wegher para Santa Catarina. A proposta estabelece como foco o uso de tecnologia, integração de dados e inteligência para apoiar quem protege a população.

Informação também é ferramenta de segurança

Uma ocorrência registrada por uma força de segurança pode conter informações importantes para outra instituição. O problema aparece quando esses dados permanecem isolados em sistemas que não conversam entre si.

A integração permite que diferentes bases possam ser utilizadas de maneira coordenada, dentro das competências legais de cada órgão e respeitando regras de acesso, segurança e proteção de dados.

Esse movimento já faz parte da agenda nacional. Em julho de 2026, o Ministério da Justiça e Segurança Pública instituiu o Programa Nacional de Integração e Compartilhamento de Dados e Informações para a Segurança Pública e Defesa Social (Infoseg), com diretrizes para integração e compartilhamento controlado de informações.

O Sinesp Integração, por sua vez, reúne dados provenientes de sistemas de diferentes órgãos e já trabalha com informações de boletins de ocorrência das 27 unidades da Federação.

Tecnologia precisa ajudar quem está na ponta

Para o profissional de segurança, tecnologia precisa ser uma ferramenta de trabalho.

Sistemas integrados podem facilitar consultas, cruzamento de informações e identificação de padrões que seriam mais difíceis de perceber quando os dados estão espalhados em diferentes plataformas.

Isso pode envolver bases de ocorrências, veículos, informações territoriais, imagens e outras fontes de informação, conforme as regras aplicáveis a cada tipo de dado.

O Ministério da Justiça também mantém projetos voltados à ampliação da capacidade de análise de grandes volumes de dados. O projeto Data Lake do Sistema Córtex prevê ampliar a integração de bases e utilizar tecnologias como big data, machine learning e inteligência artificial para apoiar a análise de informações de segurança pública.

A tecnologia, nesse contexto, não substitui o profissional. Ela amplia as ferramentas disponíveis para que o profissional possa tomar decisões com mais informação.

Inteligência não é apenas tecnologia

Uma segurança pública mais integrada depende de três elementos que precisam funcionar juntos: dados, tecnologia e pessoas. Ter milhares de informações armazenadas não significa necessariamente produzir inteligência.

É preciso organizar os dados, estabelecer protocolos, garantir qualidade das informações e capacitar os profissionais responsáveis por analisá-las.

O próprio Ministério da Justiça atribui à área de integração de dados funções relacionadas à interoperabilidade entre sistemas, qualidade, consistência, confiabilidade e segurança das informações.

Por isso, uma política de segurança inteligente não deve ser entendida simplesmente como “colocar mais câmeras” ou “comprar mais equipamentos”.

A questão é saber como a tecnologia será utilizada para produzir informação útil e apoiar decisões.

Santa Catarina também tem espaço para inovação na segurança

A aproximação entre ciência, tecnologia e segurança já está sendo estimulada em Santa Catarina.

Em julho de 2026, a FAPESC e a Secretaria de Estado da Segurança Pública lançaram o INOVASEG/SC, programa voltado ao desenvolvimento de projetos de pesquisa aplicada, inovação tecnológica e modernização da gestão pública nas instituições de segurança do Estado.

A existência de iniciativas desse tipo mostra que a discussão sobre tecnologia na segurança não está restrita à teoria.

Há espaço para pesquisa aplicada, desenvolvimento de soluções e utilização de conhecimento produzido por universidades e empresas para enfrentar problemas concretos da segurança pública.

Integração também significa cooperação

Crimes não respeitam necessariamente os limites de um município.

Uma ocorrência pode envolver diferentes cidades, regiões e até estados.

Por isso, a capacidade de compartilhar informações entre diferentes níveis de governo pode ser relevante para a atuação integrada das forças de segurança.

O próprio Ministério da Justiça destaca a cooperação entre União, Estados, Distrito Federal e municípios como parte da estrutura de integração de dados da segurança pública.

Essa dimensão é especialmente importante para Santa Catarina, que possui regiões de fronteira, municípios próximos entre si e diferentes realidades territoriais.

Tecnologia exige responsabilidade

Quanto maior a quantidade de informações utilizada pelo poder público, maior também é a necessidade de estabelecer regras claras.

Dados pessoais precisam ser protegidos. Sistemas precisam ser seguros. Os acessos precisam ser controlados. E o uso de tecnologias de monitoramento precisa observar finalidade, necessidade e os limites legais.

Esse cuidado é especialmente importante quando ferramentas de inteligência artificial, reconhecimento de padrões ou videomonitoramento são utilizadas.

Tecnologia de segurança pública precisa aumentar a capacidade de proteção sem deixar de respeitar os direitos previstos na legislação.

O papel federal nessa transformação

A segurança pública é uma área compartilhada entre diferentes níveis de governo, e um deputado federal não administra diretamente as polícias estaduais ou municipais.

No âmbito federal, sua atuação pode envolver legislação, orçamento, fiscalização e discussão de políticas nacionais, além da articulação de recursos e iniciativas que dependam da União.

O financiamento federal para segurança pública, por exemplo, pode contemplar investimentos em tecnologia da informação, integração e modernização de sistemas de inteligência e monitoramento, conforme programas federais específicos.

É dentro desse espaço que a proposta de “Segurança inteligente” precisa ser compreendida: como uma defesa do uso de tecnologia e informação para fortalecer a capacidade das instituições responsáveis pela segurança.

Uma segurança orientada por informação

O 16º projeto dos 17 apresentados por Jungles Wegher, candidato a deputado federal pelo partido NOVO, coloca tecnologia e inteligência como instrumentos de apoio à segurança pública.

A proposta parte de uma questão prática: se informação é uma ferramenta importante para quem trabalha na prevenção e no combate ao crime, os sistemas utilizados por essas instituições precisam ser capazes de conversar, compartilhar informações e transformar dados em conhecimento útil.

É uma discussão que conecta tecnologia, gestão e segurança — três áreas que cada vez mais dependem umas das outras.

Jungles Wegher — 3017
Candidato a deputado federal pelo partido NOVO.
O FUTURO COMEÇA AGORA.

Escrito e publicado pela equipe de Marketing do Jungles Wegher

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